Limpando a bike depois de uma trilha

Ontem voltei de uma trilha que, se tinha alguma lama, o terreno molhado não deixou a bike muito suja não.
Mas era preciso dar uma geral… então fiz o básico:

1) Lavei os pneus com desengraxante (detergente comum também serve, ou sabão em pó) e uma escova média (do tamanho de uma mão, mais ou menos).
2) Depois de molhar para dissolver a lama seca lavei o quadro com o mesmo produto e uma esponja macia.
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Campo de Santana

Campo de Santana é uma localidade no município de Nísia Floresta, distante da sede do município cerca de 9 km a Sudeste. Segundo moradores da região, o local foi arrasado por uma grande enchente no passado, tendo o distrito se mudado para terras mais altas, onde agora se situa. A trilha passa pela nova localidade em direção à área outrora inundada, o que permite um downhill bem divertido.

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A Trilha da Raposa

Um dos maiores inimigos do mountain biker – que, diga-se de passagem, não gosta de moleza, senão escolheria outro esporte, como xadrez, por exemplo – é areia. A bike não traciona, e se o trecho for numa subida não há outro remédio: é descer e empurrar.

Neste quesito, a Trilha da Raposa exige de você um doutorado. Não é uma trilha longa – apenas 22km – mas os looongos trechos de areião tornam a pedalada um suplício (ou uma delícia, depende do ponto de vista).

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A Mata Estrela

A Mata Estrela é a trilha mais bonita que já fiz. Não é longa, nem é difícil – é basicamente um estradão de 15 km (ida e volta) coberto com folhas, agasalhado por uma linda e exuberante floresta tropical. Um dos últimos resquícios da Mata Atlântica do Rio Grande do Norte.

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