Le Tour de France 2012

01/07 – Etapa 1: Liège-Seraing

A etapa foi vencida pelo eslovaco Peter Sagan (Liquigás), no sprint final. Assim, ele é o novo detentor da camisa verde (por pontos), e a competição continua liderada por Fabian Cancellara, que chegou imediatamente atrás de Sagan e continua vestindo a cobiçada camisa amarela. Aos 22 anos, Sagan lidera, também, no quesito ciclista mais jovem. A camisa, no entanto continuará vestida por Tejay Van garderen (2º colocado), já que Sagan estará com o Jersey Verde.

A emocionante chegada do Stage 1.

A Sky-Procycling continua liderando o ranking de equipes, e o dinamarquês Michael Morkov vestirá a camisa de melhor escalador.

A vitória de Sagan aconteceu nos últimos duzentos metros, num falso plano (subida com ligeira inclinação), quando ele conseguiu superar, por uma diferença mínima, Cancellara e Edvald Boasson Hagen, que ficou em terceiro.

A próxima etapa será hoje (02/07), de Visé a Tournai, com 207.5 km. Logo mais postaremos os resultados, nesta mesma página.

13/07 – Etapa 12 – Saint-Jean-de-Maurienne / Annonay Davézieux

O Tour está na metade, e as classificações começam a se definir. Cancellara é carta fora do baralho – ele abandonou a competição na 11ª etapa para acompanhar o final da gravidez da sua esposa, Stefanie. Segundo ele, o filho “é o troféu mais importante, mais importante que uma vitória numa etapa no Tour ou uma medalha olímpica”.

Ele declarou ainda, na ocasião, que “a decisão de regressar para casa é mais difícil do que se pensa. Até agora a equipe (RadioShack-Nissan-Trek) esteve muito bem no Tour. Ganhamos uma etapa e tivemos a camisa amarela durante mais de uma semana. Lideramos a classificação por equipes e temos quatro corredores no ‘top20’ da geral”.

Cancellara estava na 52.ª posição na geral, a 38.44 minutos do líder Bradley Wiggins (Sky).

Wiggins, por sinal, continua com a camisa amarela. Peter Sagan, que também ganhou a primeira etapa, continua com a camisa verde. Fredrik Kessiakoff tem a camisa de melhor escalador, Tejay VanGarderen continua com o jersey branco e a equipe de Cancellara (RadioShack-Nissan-Trek), por enquanto, é a campeã.

15/07 – Etapa 13 – Limoux-Foix

A etapa Limoux-Foix com certeza será lembrada como a mais doida do Tour de France 2012. Mas para isso fizemos um post no blog principal. Dê uma espiada lá!

Tour de France 2012 – Como terminou

Well… A edição 2012 terminou. Bradley Wiggins sagrou-se campeão – o primeiro da Grã-bretanha a vencer o Tour. Pelo menos até eventualmente lhe tirarem a camisa amarela com alguma acusação de doping – his ass is already on the line. Mas, sinceramente, esperamos que isso não aconteça, sob o risco de manchar de vez não o Tour, mas o ciclismo road como um todo.

É, porque nem mesmo depois de toda a confusão com o Remy de Gregório o fantasma do doping deixou a França. Franck Schleck, o Luxemburguês irmão de Andy Schleck – que não participou do Tour 2012 por uma fratura no quadril (lesão ocorreu num acidente durante o Critérium du Dauphiné, em junho) – testou positivo, na prova e contraprova, para o diurético Xipamida. E para que se usa diurético como doping, ou melhor dizendo, porque ele é proibido? Depende: em esportes com categorias de pesos, como judô, box e etc, o diurético promove uma rápida e artificial perda de peso de modo a que o atleta entre numa categoria mais leve no momento da pesagem, levando assim vantagem na competição – quando já recuperou seu peso normal. No ciclismo, onde a perda de peso não é fundamental, diuréticos são usados para mascarar substâncias dopantes – cujos vestígios são eliminados mais facilmente pela grande excreção de urina.

A Xipamida nem é considerada substância proibida na lista da WADA (World Anti-Doping Agency), mas requer atenção por seu uso potencialmente fraudulento – como qualquer diurético. Schleck se retirou preventivamente do Tour quando estava na 12ª colocação. Se ele for punido, a punição será branda.

Como os exames anti-doping detectam níveis infinitesimais dessas substâncias, a possibilidade de contaminação de algum alimento ou bebida ingerido pelo atleta existe – e é a desculpa-padrão. Vamos acompanhar o desenrolar do Tour… ao nosso ver, ele não acabou no sprint vencido por Mark Cavendish (que, por sinal, venceu pela quarta vez a etapa final do Tour de France).

o sprint de Cavendish, aliás, deu também a vitória à equipe Sky-Procycling – equipe criada em 2009 com o objetivo de vencer o Tour nos próximos 5 anos, e que não esperou até 2012 para atingir a meta. A equipe vencedora, em tempos acumulados, no entanto foi a Radioshack – Nissan, de Franck Schleck.

Veja os resultados finais abaixo:

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