Escola de MTB – Episódio 3

A Escola de Mountain Bike lança o seu terceiro episódio, e é sobre um assunto polêmico: Qual o melhor tamanho de aro (ou o mais adequado para o que você quer fazer)?.

Além de fazer uma boa palestra sobre as diferenças de performance nas Aro 26, Aro 29 ou 650b, Rodrigo Langeani também fala sobre relações de transmissão, e se o mais adequado seria a relação 3×10, 2×10 ou mesmo a novíssima e específica 1×10. Assista o vídeo e leia os posts relacionados!

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Publicado em 10/10/2012, em Novidades na mídia e marcado como , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. 4 Comentários.

  1. Luiz Fernando Fontes

    Prezados amigos, estou interessado em uma bike GT Avalanche 3.0. Achei um bom custo x beneficio, mas estou em dúvida em relação ao quadro: resistência, é muito pesado? Agradeço e aguardo resposta.

    • Oi Luiz Fernando. A GT Avalanche é o que consideramos uma básica-top ou uma intermediária-básica. Dá para entender, hehe? Ela tem 24V, câmbio traseiro Alivio, o típico garfo SR Suntour XCM-V3 com 100mm de curso (que equipa a maioria das básicas), pneus Maxxis Sphinx, e freios a disco mecânicos Tektro Novela. Enfim, tudo o que se pode esperar de uma boa básica, por menos de 2.000,00.
      Ela não deverá lhe dar problemas em trilhas de nível básico ou intermediário. É uma bike na qual você pode, no futuro, fazer um up de grupo (para 27 ou 30V), se as trilhas que você estiver fazendo assim o exigir, e de garfo, para um pneumático, como a RST First ou Manitou R7. Claro, esses ups não são baratos, mas você pode achar melhor que trocar a bike, dependendo da oportunidade.
      Não sabemos o peso dela, mas acreditamos que deve estar por volta dos 14 kg, o que é aceitável para uma bike desse nível.
      Preste atenção ao tamanho adequado para você, certo?
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  2. Eu também tenho um quadro GT. O quadro é meio pesado sim, mas o que ele tem de pesado, tem de resistente, conheço “seres humanos” que conseguiram quebrar um, mas também que quebraram outros quadros de marcas mais resistentes, na minha opinião, quem faz a resistência do quadro é o ciclista.

    • Opa Raphaell. É mais ou menos isso que você disse. Não podemos esquecer (e frequentemente se esquece disso) que os quadros possuem um limite de peso, e esse limite geralmente é em torno de 100kg (para o ciclista). Exceder esse ponto já é um risco. Outra coisa é o uso: XC é uma atividade que não pressupõe saltos ou grandes esforços de torção; assim, fazer (ou tentar) DH ou FR e quadro de XC é pedir para quebrar, mesmo. No uso normal, quebrar só se tiver defeito de fábrica. E aí a garantia cobre.
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