Em primeira mão – Fábrica de bikes na Grande Natal [Rumor]

Natal pode ser a mais nova cidade brasileira a receber uma grande fábrica de bikes.

De uma fonte que pediu anonimato, vem a noticia; a fábrica é nacional, não é Caloi nem Soul, deve ser instalada no próximo ano na grande Natal e os contatos com os fabricantes de quadros na China – onde estão as grandes, como a Giant – já estão avançados.

Linha de produção de uma fábrica européia

As bikes devem ser urbanas, BMX e MTB de entrada, com o setup tradicional: quadro OEM Chinês, componentes Shimano. No caso das MTB aposto em garfos Suntour, mas o palpite é meu.

O fabricante – que já tem fabrica no Brasil – vendeu 1 milhão de bikes esse ano, e está de olho nesse  mercado que promete um boom violento para os próximos anos.

Vamos aguardar a manifestação oficial e ver se o Da Lama ao Caos acerta essa! 😉

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Publicado em 01/06/2012, em O que eu acho e marcado como , , . Adicione o link aos favoritos. 6 Comentários.

  1. Oi Paulo!

    Posso dar um chute?

    Houston – http://www.houston.com.br/sobre

    E aí!? Acertei? Ok, ok, irei aguadar a manifestação oficial do fabricante. Hum, mas bem que você poderia cochichar aqui no meu ouvido este segredinho hein!? Hihihi.

    Aqui no estado (Pernambuco) temos um fabricante de bicicletas. Como são bastante simples, típica bike de supermercado (supermercado brasileiro e no cenário atual), acredito que tenha produção do quadro, em aço carbono, em suas próprias instalações. A construção é bastante simples (qualidade e diâmetro dos tubos) e não é comum surgirem torções que não voltam ao estado original; se voltassem, e fossem em menor grau, ao menos teríamos um quadro muito confortável para o uso urbano.

    É isso. Como seria bom que um grande fabricante chinês, destes que terceirizam a fabricação de grandes marcas, resolvesse instalar uma fábrica aqui no Brasil, e com uma nova política de mercado, mudar este “quadro” de bicicletas de baixíssima qualidade em nosso mercado nacional; apesar do preço ser bastante atrativo, tem-se que ter um limite para a baixa qualidade e controle de produção, pois chega a ser perigoso o nível de segurança e funcionalidade de alguns equipamentos.

    Bem, seja com a ajuda da China localmente ou não, é certo que ela, a China, está mudando aos poucos o “quadro” (quase todo mundo importa quadro no mercaado atual) do mercado nacional de bicicletas. Basta um pequeno ajuste de preços (15% para baixo) e teremos um avanço nas vendas. Em ocorrer isto, que os fabricantes estejam preparados para a alta demanda, pois certamente ocorreria, e o despreparo certamente mitigaria os resultados de tamanha investida.

    Forte abraço! Bom “pedal”!

    • Errou! É a Mormaii. Que Faz bikes muito simples, também, mas se os quadros vierem mesmo da China acho que estarão apostando (corretamente) no segmento intermediário! Vamos esperar pra ver! Abração, valeu o palpite! Sabia que muita gente ia pensar em Houston, mesmo!

  2. Oi Paulo!

    É, logo seria estranho uma unidade da Houston praticamente ao lado da existente, mas poderia ser que tivessem recebido melhor incentivo fiscal no seu estado e a linha de bicicletas fosse concentrada na nova unidade.

    Muito bom para a sua região e para o mercado nacional qualquer aposta de investimento neste setor. Uma pena é o mercado não ter interesse em ensinar ao consumidor que equipamento escolher na hora da compra. Estas bicicletas com 21 marchas e sistemas não indexados não são apropriadas para pessoas inexperientes ou sem intenção de aprofundar-se em conhecer como utilizar corretamente o equipamento; e estão no seu direito de querer algo descomplicado e simples de utilizar. O público comum mal sabe como utilizar as marchas (como combinar as engrenagens corretamente), e como o relevo brasileiro geralmente não se pode dar o luxo de ter bicicletas sem marchas, um sistema Shimano Nexus de 3 velocidades seria o ideal. O custo pode ser amortecido em se ter grande volume de produtos montados com o sistema, e com o retorno do consumidor (boca-a-boca), este logo aprenderia que é um sistema mais adequado, justamente pela facilidade de manuseio, manutenção e confiabilidade. Poder-se-ia logo também adicionar os freios do mesmo kit no conjunto, mas em desejar algo com menor valor, que seja feito, só não podem utilizar os manetes de freio plásticos, como é muito comum em bicicletas de baixo valor, pois estes cedem à menor força de frenagem, e logo tem-se ineficiência nos freios, por mais que as sapatas estejam próximas da borda dos aros.

    Com boa estratégia de marketing o mercado pode ser repensado um pouco mais em função do consumidor, e isto sem prejudicar a rentabilidade do negócio, aliás, muito pelo contrário quando dos consumidores estiverem mais satisfeitos e empolgados em utilizar o produto, convidando mais pessoas em seguir seus costumes.

    Forte abraço!

    • Oi Allan! Rapaz, para ensinar as manhas ao consumidor tem o Da Lama ao Caos! Falando sêrio, tenho esperança em desenvolver uma parceria isenta (onde tanto eu tenha voz ativa como ouça as possibilidades da empresa), de forma a ter um canal para orientar o consumidor.
      O Shimano Nexus realmente pode ser uma boa opção. Creio que qualquer empresa que tenha um volume de vendas anual de 1 milhão de bikes, como é o caso, pode caprichar bastante no produto final, se for bem orientada, para se consolidar definitivamente no mercado.

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