A Trilha da Raposa

Um dos maiores inimigos do mountain biker – que, diga-se de passagem, não gosta de moleza, senão escolheria outro esporte, como xadrez, por exemplo – é areia. A bike não traciona, e se o trecho for numa subida não há outro remédio: é descer e empurrar.

Neste quesito, a Trilha da Raposa exige de você um doutorado. Não é uma trilha longa – apenas 22km – mas os looongos trechos de areião tornam a pedalada um suplício (ou uma delícia, depende do ponto de vista).

É duro fazer mais de 10 km/h de média nessa trilha. O acesso é via povoado de Alcaçuz (que pode ser alcançado tanto por Pirangi, entrando à direita depois do Cajueiro, ou vindo pela trilha da penitenciária, entrando na Feirinha de Pium). Ao sair do povoado há uma bifurcação com uma placa, indicando o acesso à Lagoa do carcará: essa é a Trilha da Raposa.

Leve bastante água, no mínimo 2 litros. Não há pontos de abastecimento até a Lagoa de Boa Água, e se acabar o líquido na volta você está frito. Ou cozinhado. Ou assado.

Alguma coisa para por na barriga é uma boa, pelo menos gel energético e barras de cereal, para quem gosta.

Não é uma trilha fura-pneu, mas câmara de reserva sempre é bom, já que também não há borracharia por perto.

Abaixo, confira umas poucas fotos que tiramos.

É areia, véi…

Agaga ficava em pé sozinha…

O lagarto(?) não escapou da nossa lente!

Petão ainda inteiro, na volta.

Eita, onde foi parar minha luva?

Monster!

O sol e o fim da água finalmente cobraram seu preço.

Detalhe: Godlike está na foto, mas Monsterkill, que está fotografando,

está no mesmo estado (ou pior)! 😀

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Publicado em 27/10/2010, em Trilhas e marcado como , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Comentários desativados em A Trilha da Raposa.

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